Nenhuma empresa nasceu grande. Toda e qualquer marca já foi pequena um dia, mas para chegar a este patamar o caminho para alguns foi turbulento, entre erros e acertos, e para outros foi tranqüilo e sem problemas. Por quê? Posso lhes garantir que cada história de sucesso ou de fracasso depende muito da qualidade da engenharia dimensional do conjunto de símbolos que irão compor a individualidade de um negócio, onde, sem dúvida alguma, o mais importante deles é a sua marca principal.
Se você está lançando um novo negócio ou se preparando para expandir o seu, criar uma base sólida para o futuro é extremamente importante. E para que isto aconteça é fundamental trazer bons investidores, fazer contratos bem redigidos, recrutar membros competentes para a sua equipe principal, escolher os fornecedores certos, etc. E aí pode parecer que tudo se resumiria à esperteza e a uma visão estratégica altamente apurada e qualificada dos empreendedores iniciais.
Hoje em dia, mais do que nunca, se defende a idéia que para dar início a uma empresa é fundamental ter, previamente definido, um ótimo plano de negócios para que ela possa vingar e dar certo. Entretanto a maioria dos grandes grupos atuais quando começaram – e quase todos bem modestamente – não o tinham e muito menos imaginavam o que seriam no futuro.
O dono de um grande grupo com mais de 320 empresas ao redor do mundo, que empregam atualmente 60.000 pessoas, me revelou que quando montaram sua 1ª empresa há 38 anos seu único objetivo era ganhar algum dinheiro todo o mês com a venda de discos para os amigos. Inclusive me declarou sorrindo que se tivessem algum plano para chegar aonde chegaram teriam, com certeza, estragado tudo.
Se há uma forma correta para desenvolver, o que eu chamaria de, a cultura da sua empresa, minha experiência mostra que ela deve evoluir organicamente como uma árvore frondosa, que um dia foi uma plantinha que jamais imaginaria no que iria se tornar. E neste processo 60% do êxito, ou do fracasso, do seu desenvolvimento será produzido por acontecimentos criados pelo Universo como resposta aos tipos de campos de fótons com os quais suas marcas o atingirão regularmente.
Uma base sólida, um bom planejamento e boas idéias são fundamentais para um crescimento sadio da árvore. Mas seria ingênuo acreditar que a genialidade da equipe principal de gestores e seus “títulos universitários de nobreza” seriam os elementos capazes de garanti-los. É fundamental que haja um ambiente amigável, tolerante a erros e com pessoas habilitadas a tomar decisões que permitam a empresa chegar às soluções ideais para servir aos clientes.
Esta terra fértil, e as sementes que nela serão plantadas, quem cria são as crenças inconscientes que uma marca e seus complementos impõem à equipe principal e, conseqüentemente, a seus subordinados.
A cultura dominante até o presente momento, na quase totalidade dos meios científicos do planeta, glorifica erroneamente o comportamento humano consciente como o grande responsável pelas vitórias ou fracassos da maioria dos empreendimentos com os quais nos envolvemos.
Esta é uma idéia falsa e a verdade é que uma marca cria um tipo específico de realidade, dentro da qual 60%, no mínimo, dos acontecimentos que afetam a evolução orgânica do negócio são produzidos por interferências externas, totalmente fora do controle da gestão produzida pela equipe principal, cuja fonte de origem é o Universo.
Poucos empresários conseguem enxergar na infância, e na adolescência, de um negócio a sua cultura. Refletir a seu respeito é algo que somente acontece quando o mesmo já se encontra bem estabelecido, ou seja, quando a plantinha já se tornou uma árvore poderosa. E escapar desta cegueira cultural em relação ao que plantaram é quase que impossível quando a árvore ainda não existe.
Teorizar sobre o Google depois que ele deu certo, “vingou”, é uma diversão acadêmica fácil. Mas dizer o que o Google seria antes de ele ter sido, somente avaliações matemáticas do seu naming feitas com base em conhecimentos de engenharia dimensional seriam capazes de realizar, com uma pequena margem de erro.
Os consultores empresariais experientes sabem que é o modo como uma empresa trata seus clientes é que irá dar forma a base da sua cultura corporativa. E que, portanto, o líder de qualquer equipe tem que ser capaz de ouvi-la e acompanhar regularmente suas idéias e sugestões, sob pena de incapacitar a árvore de crescer saudavelmente.
Mas veja um exemplo do que acontece quando se faz um naming errado neste sentido. A marca ZINGRAS desenvolve nos líderes de equipes uma gestão altamente individualista, e sem jogo de cintura, que não leva em consideração, em momento algum, as opiniões e idéias dos seus subordinados, implantando em cada um deles o mesmo comportamento. Torna a todos radicais e impede que deste meio surjam, no futuro, elementos capazes de se tornar gestores competentes e eficazes. De quebra induz o Universo a produzir continuamente acontecimentos que travam os projetos da empresa, fazendo com que a conclusão de cada um deles só aconteça de maneira desgastante e, em 90% dos casos, fracassada.
E se o Google em vez de Google se chamasse Zingras a famosa ferramenta de buscas na internet não teria frutificado, como aconteceu com muitos de seus concorrentes.
Se você montou um negócio e ele vai inexplicavelmente mal, esta na hora de usar a engenharia dimensional para avaliar o tipo de realidade que sua marca esta impondo ao mesmo. E se for necessário, sem dúvida alguma, substituí-la por uma outra projetada para fazer a árvore crescer de uma forma exuberante.
Diminua a sua vaidade pessoal e aprenda a ganhar dinheiro do jeito certo.
Gilson Chveid Oen
Engenharia Dimensional
e-mail: gilson@gilsonchveidoen.com.br
Fone: (0xx) (21) 3816-5228
Copyright 2011 por Gilson Chveid Oen
Todos os direitos relativos a esta obra são reservados ao autor, sendo totalmente proibida a transcrição integral, ou parcial, das idéias contidas na mesma, sem a sua prévia autorização por escrito
terça-feira, 16 de agosto de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
O Potencial De Emoção Contido Em Uma Marca
Toda marca carrega dentro de si um potencial emocional que pode ser avaliado matematicamente. Através dele torna-se possível compreender algumas questões importantes que irão interferir na qualidade da gestão que será exercida sobre a empresa, ou sobre o produto, que ela denominar.
A emoção humana é composta por uma mistura de 3 ingredientes que são: sensibilidade, comunicação e afetividade. A percentagem com a qual cada um deles entra na formulação da emoção de uma marca é que definirá o tipo de emoção que ela introduzirá na vida de um negócio.
A sensibilidade, como o próprio nome diz, foi criada para que pudéssemos sentir o “outro” impedindo que nos tornássemos altistas. A comunicação, que é uma das características mais marcantes dos seres vivos foi criada para que fosse possível haver entre eles a troca e o compartilhamento de informações. Foi ela que possibilitou o desenvolvimento e o aperfeiçoamento da criatividade humana.
E a afetividade é uma química que surgiu em nossa corrente sanguínea para que retirássemos da nossa cadeia alimentar os seres da nossa própria família, evitando com isso que pudéssemos considerá-los um tipo de alimento. Sem a afetividade as famílias, na sua grande maioria, jamais poderiam existir, ainda que numa minoria de espécies o canibalismo familiar possa acontecer em circunstâncias específicas.
Em Português, Francês e Inglês as letras e os algarismos que ativam, no cérebro, experiências de emoção são:
B, K, T e 2 - ativam sensibilidade.
C, L, U e 3 - ativam comunicação.
F, O, X e 6 - ativam afetividade.
A fórmula da emoção contida numa marca é:
PEM = ((QS + QC + QA) : QT) x 100
Onde,
PEM = percentual de experiências de emoção contidas numa marca.
QS = quantidade de letras e algarismos da marca que ativam sensibilidade.
QC = quantidade de letras e algarismos da marca que ativam comunicação.
QA = quantidade de letras e algarismos da marca que ativam afetividade.
QT = quantidade total de letras e algarismos da marca.
Por exemplo, a marca COCA COLA possui:
QS = 0 (zero)
QC = 4
QA = 2
QT = 8
Portanto,
PEM (COCA COLA) = ((0 + 4 + 2) : 8) x 100
PEM (COCA COLA) = (6 : 8) x 100 = 0,75 x 100 = 75%
Isto significa que a marca COCA COLA contém um potencial emocional enorme, pois o ponto de equilíbrio para a maioria das marcas é, em geral, em torno de 20%. Esta marca possui um vetor emoção (0,50,25), que significa que ela produz um campo de fótons com 0% de sensibilidade, 50% de comunicação e 25% de afetividade.
Como isto afeta a gestão da marca e que tipo de resposta provoca no Universo é uma outra história. Eu precisaria de mais de 1000 páginas para descrever apenas os fundamentos.
Mas é óbvia a relação da COCA COLA com “emoção pra valer”. E é uma emoção estruturada fortemente em comunicação (50%) e afetividade (25%). E os 0% de sensibilidade nos obriga a uma reflexão importante a este respeito.
Só para a sua informação a comunicação humana e a experiência da criança ficam armazenadas num mesmo arquivo do nosso inconsciente e por isto pode-se facilmente concluir o motivo que liga tão intensamente este refrigerante as crianças.
Já a marca MICROSOFT possui:
QS = 1
QC = 1
QA = 3
QT= 9
Portanto,
PEM (MICROSOFT) = ((1 + 1 + 3) : 9) x 100
PEM (MICROSOFT) = (5 : 9) x 100 = 0,56 x 100 = 56%
A MICROSOFT também possui um potencial emocional muito alto e um vetor emoção (11, 11, 34), que significa que ela produz um campo de fótons com 11% de sensibilidade, 11% de comunicação e 34% de afetividade.
Enquanto a COCA COLA estabelece na sua relação com seus consumidores uma conexão emocional fundamentada preferencialmente em ações de comunicação a MICROSOFT se conecta emocionalmente via ações de afeto, impondo a eles uma relação de família.
De uma forma bem simplificada, COCA COLA é “Uma festa individualizada, sem que uns percebam os outros” e a MICROSOFT é “Uma Família, alegre onde a percepção de cada membro em relação ao outro existe de forma consistente”.
Nestes dois exemplos desejei mostrar algumas interferências que o Naming de uma marca impõe ao negócio que ela irá denominar.
Esta é uma análise bastante simples, porque, na prática, é necessário se levar em consideração a introdução de diversos ingredientes – previamente avaliados - no pacote de símbolos que irão descrever o negócio, para que o tipo de realidade que se deseja para ele possa se concretizar.
Uma marca pode ter um PEM = 0. Imagine, por exemplo, uma empresa cujo nome (marca) é VIZEGI. Calculando o seu PEM teremos:
QS = 0 (zero)
QC = 0 (zero)
QA = 0 (zero)
QT = 6
Logo,
PEM (VIZEGI) = ((0 + 0 + 0) : 6) x 100
PEM (VIZEGI) = (0 : 6 ) x 100 = 0 x 100 = 0%
A VIZEGI possui um potencial emocional zero e um vetor emoção (0, 0, 0), que significa que ela produz um campo de fótons com 0% de sensibilidade, 0% de comunicação e 0% de afetividade.
Um PEM =0 cria danos muito grandes para a realidade global que o negócio irá viver, prejudicando enormemente a qualidade da gestão e o surgimento de respostas favoráveis por parte do Universo capazes de promover uma alavancagem eficiente do mesmo. E neste caso o PEM teria que ser compensado por intermédio dos símbolos complementares da marca.
Se a marca VIZEGI tivesse um Naming fundamentado em Engenharia Dimensional isto significaria que passar emoções na marca principal (VIZEGI) não era importante e que isto poderia ser feito via subtítulos ou via razão social.
E para dar continuidade ao exemplo imagine que tivesse sido construído para a VIZEGI o seguinte subtítulo:
VIZEGI Molas Industriais de Alta Precisão.
Calculando o PEM desta cadeia teríamos:
QS = 2
QC = 4
QA = 2
QT = 36
E que portanto,
PEM (VIZEGI Molas Industriais de Alta Precisão) = ((2 + 4 + 2) : 36) x 100
PEM (VIZEGI Molas Industriais de Alta Precisão) = ((8 : 36) x 100
PEM (VIZEGI Molas Industriais de Alta Precisão) = 0,22 x 100 = 22%
Logo,
A VIZEGI Molas Industriais de Alta Precisão e o seu subtítulo possuem um potencial emocional 22% e um vetor emoção (5,6, 10,8, 5,6), que significa que ela produz um campo de fótons com 5,6% de sensibilidade, 10,8% de comunicação e 5,6% de afetividade.
E desta maneira o problema estaria solucionado.
A minha intenção com tudo o que foi dito até agora foi mostrar como se deve projetar corretamente uma marca.
Mas o desenvolvimento de um projeto de Naming via Engenharia Dimensional é bastante mais complexo do que o que lhes mostrei até agora, porque uma marca produz em média 60 tipos distintos de interferências e o PEM é apenas uma delas. E a ação conjunta destas interferências afeta a sua relação com o consumidor e força o Universo a introduzir na vida do negócio acontecimentos que se tornam diretamente responsáveis por, pelo menos, 50% da realidade que ele viverá. Acontecimentos que nenhuma gestão, por melhor que seja, conseguirá manipular.
Só um Naming correto, repetindo, que leve em consideração no projeto da marca todo o seu pacote de símbolos, fará um negócio funcionar do jeito que seus empreendedores desejam.
E a esta altura desejo que você calcule o PEM de algumas marcas que conhece e tire à partir daí suas próprias conclusões.
Gilson Chveid Oen
Engenharia Dimensional
e-mail: gilson@gilsonchveidoen.com.br
Fone: (0xx) (21) 3816-5228
Copyright 2011 por Gilson Chveid Oen
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A emoção humana é composta por uma mistura de 3 ingredientes que são: sensibilidade, comunicação e afetividade. A percentagem com a qual cada um deles entra na formulação da emoção de uma marca é que definirá o tipo de emoção que ela introduzirá na vida de um negócio.
A sensibilidade, como o próprio nome diz, foi criada para que pudéssemos sentir o “outro” impedindo que nos tornássemos altistas. A comunicação, que é uma das características mais marcantes dos seres vivos foi criada para que fosse possível haver entre eles a troca e o compartilhamento de informações. Foi ela que possibilitou o desenvolvimento e o aperfeiçoamento da criatividade humana.
E a afetividade é uma química que surgiu em nossa corrente sanguínea para que retirássemos da nossa cadeia alimentar os seres da nossa própria família, evitando com isso que pudéssemos considerá-los um tipo de alimento. Sem a afetividade as famílias, na sua grande maioria, jamais poderiam existir, ainda que numa minoria de espécies o canibalismo familiar possa acontecer em circunstâncias específicas.
Em Português, Francês e Inglês as letras e os algarismos que ativam, no cérebro, experiências de emoção são:
B, K, T e 2 - ativam sensibilidade.
C, L, U e 3 - ativam comunicação.
F, O, X e 6 - ativam afetividade.
A fórmula da emoção contida numa marca é:
PEM = ((QS + QC + QA) : QT) x 100
Onde,
PEM = percentual de experiências de emoção contidas numa marca.
QS = quantidade de letras e algarismos da marca que ativam sensibilidade.
QC = quantidade de letras e algarismos da marca que ativam comunicação.
QA = quantidade de letras e algarismos da marca que ativam afetividade.
QT = quantidade total de letras e algarismos da marca.
Por exemplo, a marca COCA COLA possui:
QS = 0 (zero)
QC = 4
QA = 2
QT = 8
Portanto,
PEM (COCA COLA) = ((0 + 4 + 2) : 8) x 100
PEM (COCA COLA) = (6 : 8) x 100 = 0,75 x 100 = 75%
Isto significa que a marca COCA COLA contém um potencial emocional enorme, pois o ponto de equilíbrio para a maioria das marcas é, em geral, em torno de 20%. Esta marca possui um vetor emoção (0,50,25), que significa que ela produz um campo de fótons com 0% de sensibilidade, 50% de comunicação e 25% de afetividade.
Como isto afeta a gestão da marca e que tipo de resposta provoca no Universo é uma outra história. Eu precisaria de mais de 1000 páginas para descrever apenas os fundamentos.
Mas é óbvia a relação da COCA COLA com “emoção pra valer”. E é uma emoção estruturada fortemente em comunicação (50%) e afetividade (25%). E os 0% de sensibilidade nos obriga a uma reflexão importante a este respeito.
Só para a sua informação a comunicação humana e a experiência da criança ficam armazenadas num mesmo arquivo do nosso inconsciente e por isto pode-se facilmente concluir o motivo que liga tão intensamente este refrigerante as crianças.
Já a marca MICROSOFT possui:
QS = 1
QC = 1
QA = 3
QT= 9
Portanto,
PEM (MICROSOFT) = ((1 + 1 + 3) : 9) x 100
PEM (MICROSOFT) = (5 : 9) x 100 = 0,56 x 100 = 56%
A MICROSOFT também possui um potencial emocional muito alto e um vetor emoção (11, 11, 34), que significa que ela produz um campo de fótons com 11% de sensibilidade, 11% de comunicação e 34% de afetividade.
Enquanto a COCA COLA estabelece na sua relação com seus consumidores uma conexão emocional fundamentada preferencialmente em ações de comunicação a MICROSOFT se conecta emocionalmente via ações de afeto, impondo a eles uma relação de família.
De uma forma bem simplificada, COCA COLA é “Uma festa individualizada, sem que uns percebam os outros” e a MICROSOFT é “Uma Família, alegre onde a percepção de cada membro em relação ao outro existe de forma consistente”.
Nestes dois exemplos desejei mostrar algumas interferências que o Naming de uma marca impõe ao negócio que ela irá denominar.
Esta é uma análise bastante simples, porque, na prática, é necessário se levar em consideração a introdução de diversos ingredientes – previamente avaliados - no pacote de símbolos que irão descrever o negócio, para que o tipo de realidade que se deseja para ele possa se concretizar.
Uma marca pode ter um PEM = 0. Imagine, por exemplo, uma empresa cujo nome (marca) é VIZEGI. Calculando o seu PEM teremos:
QS = 0 (zero)
QC = 0 (zero)
QA = 0 (zero)
QT = 6
Logo,
PEM (VIZEGI) = ((0 + 0 + 0) : 6) x 100
PEM (VIZEGI) = (0 : 6 ) x 100 = 0 x 100 = 0%
A VIZEGI possui um potencial emocional zero e um vetor emoção (0, 0, 0), que significa que ela produz um campo de fótons com 0% de sensibilidade, 0% de comunicação e 0% de afetividade.
Um PEM =0 cria danos muito grandes para a realidade global que o negócio irá viver, prejudicando enormemente a qualidade da gestão e o surgimento de respostas favoráveis por parte do Universo capazes de promover uma alavancagem eficiente do mesmo. E neste caso o PEM teria que ser compensado por intermédio dos símbolos complementares da marca.
Se a marca VIZEGI tivesse um Naming fundamentado em Engenharia Dimensional isto significaria que passar emoções na marca principal (VIZEGI) não era importante e que isto poderia ser feito via subtítulos ou via razão social.
E para dar continuidade ao exemplo imagine que tivesse sido construído para a VIZEGI o seguinte subtítulo:
VIZEGI Molas Industriais de Alta Precisão.
Calculando o PEM desta cadeia teríamos:
QS = 2
QC = 4
QA = 2
QT = 36
E que portanto,
PEM (VIZEGI Molas Industriais de Alta Precisão) = ((2 + 4 + 2) : 36) x 100
PEM (VIZEGI Molas Industriais de Alta Precisão) = ((8 : 36) x 100
PEM (VIZEGI Molas Industriais de Alta Precisão) = 0,22 x 100 = 22%
Logo,
A VIZEGI Molas Industriais de Alta Precisão e o seu subtítulo possuem um potencial emocional 22% e um vetor emoção (5,6, 10,8, 5,6), que significa que ela produz um campo de fótons com 5,6% de sensibilidade, 10,8% de comunicação e 5,6% de afetividade.
E desta maneira o problema estaria solucionado.
A minha intenção com tudo o que foi dito até agora foi mostrar como se deve projetar corretamente uma marca.
Mas o desenvolvimento de um projeto de Naming via Engenharia Dimensional é bastante mais complexo do que o que lhes mostrei até agora, porque uma marca produz em média 60 tipos distintos de interferências e o PEM é apenas uma delas. E a ação conjunta destas interferências afeta a sua relação com o consumidor e força o Universo a introduzir na vida do negócio acontecimentos que se tornam diretamente responsáveis por, pelo menos, 50% da realidade que ele viverá. Acontecimentos que nenhuma gestão, por melhor que seja, conseguirá manipular.
Só um Naming correto, repetindo, que leve em consideração no projeto da marca todo o seu pacote de símbolos, fará um negócio funcionar do jeito que seus empreendedores desejam.
E a esta altura desejo que você calcule o PEM de algumas marcas que conhece e tire à partir daí suas próprias conclusões.
Gilson Chveid Oen
Engenharia Dimensional
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Fone: (0xx) (21) 3816-5228
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sexta-feira, 4 de junho de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Será Que O Nome Da Sua Empresa Não Está Prejudicando O Seu Negócio?
Resolvi, que seria interessante passar para meus amigos e clientes a compreensão que como Engenheiro Dimensional tenho das Marcas no mundo dos negócios.
Acredito que este artigo ajudará muitos empresários a formarem um entendimento mais próximo da realidade sobre a relação existente entre uma Marca e o negócio que ela denomina.
O nome de uma empresa, a sua Marca, é um Mantra, é um código que as pessoas que ali trabalham são forçadas, involuntariamente, a utilizar, 8, 10 e até 12 horas por dia. Aquele nome as faz viver em seus inconscientes conteúdos de experiências que depois de uns 6 meses instalam nelas um conjunto de crenças inconscientes que passa a interferir, por um lado, na gestão comportamental do negócio e, por outro, na forma como o Universo passa a tratá-lo.
À partir daí a empresa é introduzida numa Bolha de Existência – uma espécie de micro universo particular seu - dentro da qual passa a viver.
E ali dentro o seu funcionamento passa a ser rigidamente controlado por regras, na maioria das vezes, bem mais fortes do que as produzidas pelo ambiente econômico e social no qual se acha contida.
Os negócios de uma empresa não podem ser avaliados e entendidos corretamente utilizando-se ferramentas de lógica simples.
A Marca de uma empresa se comporta como um carro nas mãos de um piloto de corrida, que é como enxergo a gestão produzida pelas pessoas que a irão pilotar.
Se ela é um Mantra bom, um carro bom, capaz de produzir comportamentos empresarialmente desejáveis e respostas de favorecimento por parte do Universo, seus pilotos serão bem sucedidos em suas ações e mesmo que não vençam sempre todas as corridas, irão obter, com certeza, boas colocações, criando um desempenho médio vencedor.
O que é um nome bom ? É um nome que aciona, entre outras coisas, capacidade de realização e de frieza gerencial. Por incrível que pareça entra muita emoção na prática da gestão empresarial, e aí rolam decisões impensadas, puramente emocionais, destituídas de qualquer lógica, que às vezes culminam na promoção para um cargo de uma pessoa que não devia ser promovida, deixando de lado outra com uma capacidade muito maior e, sem dúvida alguma, muito mais adequada às necessidades administrativas da empresa.
Se o nome da empresa desenvolve numa pessoa capacidade de exercício de poder de caça, fica mais fácil tomar as decisões acertadamente. Então, o nome bom é o que aciona nos funcionários uma capacidade eficientíssima de trabalho voltada para o seu ramo de atuação. Por isso que um nome bom para restaurante não é necessariamente bom para um banco, um hotel e assim por diante.
Por exemplo, se for uma empresa jornalística ou de publicidade , é preciso fazer um trabalho em cima da capacidade de comunicação, e da criatividade dos seus funcionários.
Já se a empresa é uma consultoria, de contabilidade e finanças, é preciso trabalhar neles a sua capacidade analítica, de lidar com dados, o que é completamente diferente.
Existe também o outro lado da história que é a ação do nome da empresa nos consumidores, pois ele tem que ser um gerador de fascínio e um emanador poder de caça.
A raça humana adora se associar à idéias de poder de caça, porque na nossa ancestralidade fazer parte de um bom grupo de caçadores era fundamental para a nossa sobrevivência.
Nós ainda somos, apesar de vivermos no século XXI, muito comandados por nossas experiências ancestrais. Quando saíamos das cavernas para caçar, podíamos não voltar mais. A garantia era estar cercado de gente poderosa, que soubesse usar bem os objetos disponíveis para a caça, pois assim tínhamos chances menores de morrer e maiores de conseguir alimentos.
Todo ser humano até hoje gosta de fazer negócios, de formar parcerias e de estar próximo de fontes que emanam poder de caça.
Quando uma pessoa ou empresa passa a idéia de que é poderosa, mesmo que não seja, volto a dizer que essa é uma idéia subjetiva, você sente confiança, e a priori, quer estabelecer com ela parcerias de negócio.
Confiança prévia é um sentimento construído muito em cima de impressões de carisma e poder de caça.
Carisma sabe o que é?
É quando um nome ativa na gente, dentro do nosso campo energético de superfície, mais conhecido como aura humana, uma freqüência de cor púrpura que tem características medicinais fantásticas.
Os estudiosos da cromoterapia descobriram que as pessoas que queriam exercer dominação em ritos religiosos usavam a cor púrpura.
Os mestres indianos quando fazem trabalho de transformação com meditação obrigam as pessoas a se vestirem com a cor púrpura.
Então, tem nomes que estimulam isso na aura da gente, causando uma sensação de bem estar interno que produz em contrapartida o que eu chamo de carisma e isso é um processo inconsciente.
Os nomes de empresas para serem Marcas Fortes tem que gerar esse carisma.
Eles tem que criar nas pessoas, na aura delas, essa emanação de púrpura, além de passar a idéia de poder de caça. Se o nome de uma empresa é uma Marca que trabalha carisma e poder de caça ao mesmo tempo ocorre uma explosão de sucesso, as pessoas abrem a guarda e querem consumir seus produtos.
Um outro apelo muito importante que uma Marca deve ter é acionar prazer nas pessoas. O maior exemplo mundial disso é o nome Coca-Cola que é um código estimulador de prazer no inconsciente de milhões de pessoas de diversas gerações.
É muito importante deixar claro que a vida de uma empresa não é diferente da vida de uma pessoa.
Tem um lado que pode ser controlado, onde são tomadas as decisões empresariais, onde é feito o planejamento estratégico, mas tem, também, um lado que nenhum empresário controla, do qual podem surgir adversidades imprevisíveis, como leis que favoreçam um determinado segmento econômico, e outras capazes de detonar tudo.
Para sair da teoria e entrar na pratica vejamos o exemplo da empresa COMPONENZI Automação Industrial Avançada S.A., cujo nome é fictício e foi criado por mim para servir de modelo para a análise a seguir.
A Marca COMPONENZI direciona as ações da empresa para a Sala 4 do Inconsciente Humano estabelecendo nas pessoas com ela envolvidas, comercialmente, um processo existencial meio, que se transforma numa crença que passa a comprimir as Malhas de Partículas do Universo com uma força que o leva a produzir uma ação contrária inundando a vida da COMPONENZI com eventos que passam a criar uma enorme dificuldade para ela finalizar – e concluir a bom termo – os processos empresariais com os quais se encontra envolvida.
Em outras palavras a Marca COMPONENZI trava completamente o fluxo de atividades da Empresa.
A Marca COMPONENZI também não aciona a dimensão do Universo responsável pela construção dos caminhos que nosso impulso nos leva a percorrer, fazendo com que muitos bons negócios que começam a tomar forma – e que de certa forma parecem quase certos de se realizar – se desfaçam sem maiores explicações, levando muitos empresários a formular para si próprios a célebre pergunta: “Mas o que deu errado?”.
A Marca COMPONENZI bloqueia dimensionalmente as materializações necessárias para que as empreitadas atinjam com sucesso seus objetivos.
A Razão Social COMPONENZI Automação Industrial Avançada S.A. direciona as ações da empresa – via suas atividades administrativas – para a Sala 9 do Inconsciente Humano introduzindo na vida da Empresa um esquema regular de cortes, fazendo-a começar sempre intensamente novos projetos, para mais adiante criar uma resposta dimensional por parte do Universo que interrompe abruptamente os mesmos – de forma em geral inexplicável para a compreensão que se tenta fazer do ocorrido através dos conhecimentos tradicionais de administração e marketing – levando os gestores da Empresa a tirar conclusões erradas a respeito da qualidade dos negócios que estão tocando.
Muitos negócios bons não dão certo e acabam, adquirindo fama de ruins ou inadequados a um determinado momento econômico, por causa, na verdade, dos efeitos dimensionais produzidos por Marcas Ruins como a COMPONENZI e sua Razão Social.
É importante que as Marcas de empresas e produtos passem a ser compreendidas pelo seu conteúdo dimensional e não pelos conceitos conscientes que expressam, sob pena de vermos enormes recursos de trabalho humano e de capital serem destruídos regularmente em diversas economias do nosso Planeta.
Ninguém deve brincar de ser empresário e ter uma Boa Marca para uma empresa ou um produto é fundamental.
Mas, infelizmente, as pessoas tem uma relação com os nomes como se fossem amuletos e acreditam ingenuamente que uma idéia consciente boa para um negócio o ajudará a ser bem sucedido.
O nome de uma empresa não é um adorno estético, ele é um gerador de realidades para os negócios que ela administra e conduz, que trabalha a capacidade dos funcionários, e dos donos, de atuarem com eficiência e que estabelece, inconscientemente, nos consumidores uma maneira deles a perceberem e se relacionarem com ela e seus produtos.
Muitas Marcas que tem idéias bonitas conscientemente, às vezes fazem verdadeiros estragos dimensionais.
É incrível a quantidade de dinheiro que é jogada fora quando se vai montar um negócio: contratam uma Consultoria de Naming, aparentemente preparada para desenvolver Boas Marcas, um excelente Designer para dar um belo formato visual as Marcas e às suas aplicações, um ótimo Escritório de Contabilidade, fazem planos estratégicos, pesquisas de mercado, e aí embarcam num navio previamente destinado a naufragar, pois se o nome escolhido for um gerador de efeitos dimensionais inadequados, como a COMPONENZI, pode contar que vai ser tudo perdido em menos de 2 anos, pois eles introduzirão a Empresa numa Dimensão de Realidade impossível de ser eficientemente gerenciada, jogando numa lata de lixo os sonhos e desejos de realização material dos que a criaram.
Será que vale a pena arriscar tanto?
Criar cientificamente Marcas para empresas e produtos com esta finalidade é uma das competências da Engenharia Dimensional e deixar de utilizar os seus conhecimentos é se condenar a um mundo de sabedoria empresarial ultrapassada e às conseqüências econômicas e financeiras desastrosas produzidas por tal decisão.
Gilson Chveid Oen
Numerologia Científica e Engenharia Dimensional
e-mail: gilson@gilsonchveidoen.com.br
Copyright 2010 por Gilson Chveid Oen
Todos os direitos relativos a esta obra são reservados ao autor, sendo totalmente proibida a transcrição integral, ou parcial, das idéias contidas na mesma, sem a sua prévia autorização por escrito
Acredito que este artigo ajudará muitos empresários a formarem um entendimento mais próximo da realidade sobre a relação existente entre uma Marca e o negócio que ela denomina.
O nome de uma empresa, a sua Marca, é um Mantra, é um código que as pessoas que ali trabalham são forçadas, involuntariamente, a utilizar, 8, 10 e até 12 horas por dia. Aquele nome as faz viver em seus inconscientes conteúdos de experiências que depois de uns 6 meses instalam nelas um conjunto de crenças inconscientes que passa a interferir, por um lado, na gestão comportamental do negócio e, por outro, na forma como o Universo passa a tratá-lo.
À partir daí a empresa é introduzida numa Bolha de Existência – uma espécie de micro universo particular seu - dentro da qual passa a viver.
E ali dentro o seu funcionamento passa a ser rigidamente controlado por regras, na maioria das vezes, bem mais fortes do que as produzidas pelo ambiente econômico e social no qual se acha contida.
Os negócios de uma empresa não podem ser avaliados e entendidos corretamente utilizando-se ferramentas de lógica simples.
A Marca de uma empresa se comporta como um carro nas mãos de um piloto de corrida, que é como enxergo a gestão produzida pelas pessoas que a irão pilotar.
Se ela é um Mantra bom, um carro bom, capaz de produzir comportamentos empresarialmente desejáveis e respostas de favorecimento por parte do Universo, seus pilotos serão bem sucedidos em suas ações e mesmo que não vençam sempre todas as corridas, irão obter, com certeza, boas colocações, criando um desempenho médio vencedor.
O que é um nome bom ? É um nome que aciona, entre outras coisas, capacidade de realização e de frieza gerencial. Por incrível que pareça entra muita emoção na prática da gestão empresarial, e aí rolam decisões impensadas, puramente emocionais, destituídas de qualquer lógica, que às vezes culminam na promoção para um cargo de uma pessoa que não devia ser promovida, deixando de lado outra com uma capacidade muito maior e, sem dúvida alguma, muito mais adequada às necessidades administrativas da empresa.
Se o nome da empresa desenvolve numa pessoa capacidade de exercício de poder de caça, fica mais fácil tomar as decisões acertadamente. Então, o nome bom é o que aciona nos funcionários uma capacidade eficientíssima de trabalho voltada para o seu ramo de atuação. Por isso que um nome bom para restaurante não é necessariamente bom para um banco, um hotel e assim por diante.
Por exemplo, se for uma empresa jornalística ou de publicidade , é preciso fazer um trabalho em cima da capacidade de comunicação, e da criatividade dos seus funcionários.
Já se a empresa é uma consultoria, de contabilidade e finanças, é preciso trabalhar neles a sua capacidade analítica, de lidar com dados, o que é completamente diferente.
Existe também o outro lado da história que é a ação do nome da empresa nos consumidores, pois ele tem que ser um gerador de fascínio e um emanador poder de caça.
A raça humana adora se associar à idéias de poder de caça, porque na nossa ancestralidade fazer parte de um bom grupo de caçadores era fundamental para a nossa sobrevivência.
Nós ainda somos, apesar de vivermos no século XXI, muito comandados por nossas experiências ancestrais. Quando saíamos das cavernas para caçar, podíamos não voltar mais. A garantia era estar cercado de gente poderosa, que soubesse usar bem os objetos disponíveis para a caça, pois assim tínhamos chances menores de morrer e maiores de conseguir alimentos.
Todo ser humano até hoje gosta de fazer negócios, de formar parcerias e de estar próximo de fontes que emanam poder de caça.
Quando uma pessoa ou empresa passa a idéia de que é poderosa, mesmo que não seja, volto a dizer que essa é uma idéia subjetiva, você sente confiança, e a priori, quer estabelecer com ela parcerias de negócio.
Confiança prévia é um sentimento construído muito em cima de impressões de carisma e poder de caça.
Carisma sabe o que é?
É quando um nome ativa na gente, dentro do nosso campo energético de superfície, mais conhecido como aura humana, uma freqüência de cor púrpura que tem características medicinais fantásticas.
Os estudiosos da cromoterapia descobriram que as pessoas que queriam exercer dominação em ritos religiosos usavam a cor púrpura.
Os mestres indianos quando fazem trabalho de transformação com meditação obrigam as pessoas a se vestirem com a cor púrpura.
Então, tem nomes que estimulam isso na aura da gente, causando uma sensação de bem estar interno que produz em contrapartida o que eu chamo de carisma e isso é um processo inconsciente.
Os nomes de empresas para serem Marcas Fortes tem que gerar esse carisma.
Eles tem que criar nas pessoas, na aura delas, essa emanação de púrpura, além de passar a idéia de poder de caça. Se o nome de uma empresa é uma Marca que trabalha carisma e poder de caça ao mesmo tempo ocorre uma explosão de sucesso, as pessoas abrem a guarda e querem consumir seus produtos.
Um outro apelo muito importante que uma Marca deve ter é acionar prazer nas pessoas. O maior exemplo mundial disso é o nome Coca-Cola que é um código estimulador de prazer no inconsciente de milhões de pessoas de diversas gerações.
É muito importante deixar claro que a vida de uma empresa não é diferente da vida de uma pessoa.
Tem um lado que pode ser controlado, onde são tomadas as decisões empresariais, onde é feito o planejamento estratégico, mas tem, também, um lado que nenhum empresário controla, do qual podem surgir adversidades imprevisíveis, como leis que favoreçam um determinado segmento econômico, e outras capazes de detonar tudo.
Para sair da teoria e entrar na pratica vejamos o exemplo da empresa COMPONENZI Automação Industrial Avançada S.A., cujo nome é fictício e foi criado por mim para servir de modelo para a análise a seguir.
A Marca COMPONENZI direciona as ações da empresa para a Sala 4 do Inconsciente Humano estabelecendo nas pessoas com ela envolvidas, comercialmente, um processo existencial meio, que se transforma numa crença que passa a comprimir as Malhas de Partículas do Universo com uma força que o leva a produzir uma ação contrária inundando a vida da COMPONENZI com eventos que passam a criar uma enorme dificuldade para ela finalizar – e concluir a bom termo – os processos empresariais com os quais se encontra envolvida.
Em outras palavras a Marca COMPONENZI trava completamente o fluxo de atividades da Empresa.
A Marca COMPONENZI também não aciona a dimensão do Universo responsável pela construção dos caminhos que nosso impulso nos leva a percorrer, fazendo com que muitos bons negócios que começam a tomar forma – e que de certa forma parecem quase certos de se realizar – se desfaçam sem maiores explicações, levando muitos empresários a formular para si próprios a célebre pergunta: “Mas o que deu errado?”.
A Marca COMPONENZI bloqueia dimensionalmente as materializações necessárias para que as empreitadas atinjam com sucesso seus objetivos.
A Razão Social COMPONENZI Automação Industrial Avançada S.A. direciona as ações da empresa – via suas atividades administrativas – para a Sala 9 do Inconsciente Humano introduzindo na vida da Empresa um esquema regular de cortes, fazendo-a começar sempre intensamente novos projetos, para mais adiante criar uma resposta dimensional por parte do Universo que interrompe abruptamente os mesmos – de forma em geral inexplicável para a compreensão que se tenta fazer do ocorrido através dos conhecimentos tradicionais de administração e marketing – levando os gestores da Empresa a tirar conclusões erradas a respeito da qualidade dos negócios que estão tocando.
Muitos negócios bons não dão certo e acabam, adquirindo fama de ruins ou inadequados a um determinado momento econômico, por causa, na verdade, dos efeitos dimensionais produzidos por Marcas Ruins como a COMPONENZI e sua Razão Social.
É importante que as Marcas de empresas e produtos passem a ser compreendidas pelo seu conteúdo dimensional e não pelos conceitos conscientes que expressam, sob pena de vermos enormes recursos de trabalho humano e de capital serem destruídos regularmente em diversas economias do nosso Planeta.
Ninguém deve brincar de ser empresário e ter uma Boa Marca para uma empresa ou um produto é fundamental.
Mas, infelizmente, as pessoas tem uma relação com os nomes como se fossem amuletos e acreditam ingenuamente que uma idéia consciente boa para um negócio o ajudará a ser bem sucedido.
O nome de uma empresa não é um adorno estético, ele é um gerador de realidades para os negócios que ela administra e conduz, que trabalha a capacidade dos funcionários, e dos donos, de atuarem com eficiência e que estabelece, inconscientemente, nos consumidores uma maneira deles a perceberem e se relacionarem com ela e seus produtos.
Muitas Marcas que tem idéias bonitas conscientemente, às vezes fazem verdadeiros estragos dimensionais.
É incrível a quantidade de dinheiro que é jogada fora quando se vai montar um negócio: contratam uma Consultoria de Naming, aparentemente preparada para desenvolver Boas Marcas, um excelente Designer para dar um belo formato visual as Marcas e às suas aplicações, um ótimo Escritório de Contabilidade, fazem planos estratégicos, pesquisas de mercado, e aí embarcam num navio previamente destinado a naufragar, pois se o nome escolhido for um gerador de efeitos dimensionais inadequados, como a COMPONENZI, pode contar que vai ser tudo perdido em menos de 2 anos, pois eles introduzirão a Empresa numa Dimensão de Realidade impossível de ser eficientemente gerenciada, jogando numa lata de lixo os sonhos e desejos de realização material dos que a criaram.
Será que vale a pena arriscar tanto?
Criar cientificamente Marcas para empresas e produtos com esta finalidade é uma das competências da Engenharia Dimensional e deixar de utilizar os seus conhecimentos é se condenar a um mundo de sabedoria empresarial ultrapassada e às conseqüências econômicas e financeiras desastrosas produzidas por tal decisão.
Gilson Chveid Oen
Numerologia Científica e Engenharia Dimensional
e-mail: gilson@gilsonchveidoen.com.br
Copyright 2010 por Gilson Chveid Oen
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